O mundo precisa da vida de Deus no intimo do ser, vida esta que só pode ser encontrada na pessoa de Jesus Cristo. Porque Ele é o Espirito que dá vida e não uma religião inventada por mentes doentias.
domingo, 26 de agosto de 2012
LUGARES SAGRADOS? DIAS SAGRADOS? HOMENS SAGRADOS? - Que história é esta? De onde isto foi tirado? PARTE 1
Luzes Resplendentes na Escuridão
Quando Adão e Eva tomaram o caminho da independência, decidindo por si mesmos o que era “bom” ou “ruim”, eles caíram. Duramente. Com eles, caiu a esperança da raça humana de uma caminhada livre, desimpedida, face a face com seu Criador. O pequeno experimento da humanidade com a auto-regulação logo trouxe caos e morte a cada aspecto da existência no planeta Terra. Como Paulo mais tarde disse, “A Criação foi submetida à inutilidade… na escravidão da decadência” (Romanos 8:20-21). Tudo simplesmente se desfez. Deus se viu combatendo o mal humano continuamente. Ele tomou medidas drásticas em alguns momentos para evitar que as espécies criassem o inferno na terra. Deus espalhou a humanidade por todo o planeta, confundindo seus idiomas para que as pessoas não pudessem se juntar para concretizar seus objetivos desvirtuados. Ele reduziu drasticamente a vida humana, de mais de 900 anos para 120, para que não tivesse que “contender com o homem para sempre” (Gênesis6:3). Em um determinado ponto, Deus até mesmo tomou o passo mais radical que se pode imaginar: Ele eliminou quase todas as espécies, recomeçando com a família de apenas um homem. Mesmo assim, a maldade humana pôde apenas ser contida, com dificuldade—jamais curada.
E, portanto, lemos no livro do Gênesis algumas das palavras mais tristes da Bíblia: “O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação dos pensamentos de seu coração era sempre e somente para o mal. Então o Senhor arrependeu-se de ter feito o homem sobre a terra, e isso cortou-lhe o coração” (Gênesis 6:5-6).
No entanto, nessa escuridão encontramos uns poucos—bem poucos—luzes brilhantes acesas. Primeiro veio Enoque. Não sabemos quase nada sobre ele, mas isto sabemos: “Enoque andou com Deus; e já não foi encontrado, pois Deus o havia arrebatado” (Gênesis 5:24).Três gerações mais tarde veio Noé. A Noé “o SENHOR mostrou benevolência”. Ele era “um homem justo, íntegro entre o povo de sua época; ele andava com Deus.” Quando Deus viu que “toda a humanidade havia corrompido a sua conduta”, Ele encontrou em Noé um homem que faria “tudo exatamente como Deus havia ordenado” (Gênesis 6:8-9, 12, 22). Noé foi o único homem na Terra que escolheu caminhar com Deus ao invés de ser independente Dele. Quando Deus resolveu limpar a Terra do mal e recomeçar com apenas um homem, escolheu Noé. Outras dez gerações se passaram. E novamente a Terra estava cheia de depravação, rebelião e
idolatria. Uma segunda vez Deus decidiu recomeçar com apenas um homem. Mantendo Sua promessa anterior, Ele se conteve e não mandou outra inundação. Em vez disso, Deus escolheu Abraão para produzir uma nova nação de pessoas que se dedicassem a Ele e a Seus caminhos. Eles deveriam existir lado-a-lado com as nações pagãs, mas não se tornar como elas. A influência deveria trabalhar no sentido oposto—todas as nações da Terra deveriam ser abençoadas por meio deles. Como Noé, Abraão foi um recomeço para a raça humana. E como Enoque, ele caminhou com Deus. Três homens. Era com isso que Deus tinha que trabalhar, na verdade, durante treze gerações inteiras. Não é de admirar que esses homens, “velas na escuridão”, sejam considerados heróis da fé até os dias atuais (Hebreus 11:5-9).11 Mas observe algo sobre eles: nenhum dos três homens era “religioso”, segundo a nossa definição
do termo. Eles não tinham locais especiais, eles simplesmente caminhavam com Deus. Onde quer que O encontrassem de forma excepcional, poderiam parar e construir um altar para oferecer a Ele um sacrifício. Mas depois seguiam adiante. Não havia “comparecimento” ou “revisitas” ao altar. Além disso, eles não tinham calendários religiosos ou dias sagrados designados, pelo que sabemos. Todos os dias se enquadravam em uma vida de adoração e obediência. E eles não tinham sacerdotes ou homens sagrados que se colocavam entre eles e Deus. A única exceção foi o breve encontro de Abraão com o misterioso Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, que o abençoou e lhe deu pão e vinho. Mas esse foi um encontro único e inesperado. Não há registros de Abraão, “o amigo de Deus”, usar os serviços de um sacerdote em qualquer outro momento de sua longa vida. No geral, essas três luzes brilhantes acesas tinham um relacionamento com Deus notadamente fora da norma religiosa de local sagrado, dia sagrado e homem sagrado. Eles faziam o melhor para viver uma vida do “Jardim do Éden” em um mundo tragicamente decadente. A. desconhecido
sexta-feira, 15 de junho de 2012
TEMPLO NÃO É A CASA DE DEUS.
SE ALGUÉM FICA POR AÍ DIZENDO QUE TEMPLO E A CASA DE DEUS CUIDADO! TEMPLO É SÓ UM LUGAR DE ENCONTRO. ATOS 7.48 – EF 3.17 -
Basicamente todas as religiões(inclusive as evangélicas), conhecidas têm determinadas construções ou locais designados como especialmente sagrados. Seus nomes podem se alterar entre as culturas, mas sua função permanece a mesma. Muitas religiões construíram prédios chamados de “templos” ou que levam outros nomes. Historicamente, os homens com freqüência pensam que tais prédios abrigam uma “deidade” em particular. Os templos colocam Deus literalmente em uma caixa! Nós nos tornamos um pouco mais sofisticados desde então, ou pelo menos é o que achamos. Os homens atualmente consideram os templos mais como estruturas devotadas a atividades religiosas. Uma religião muito popular tem templos conhecidos como Gurdwara. Você será bem-vindo para visitar um desses templos se concordar com algumas poucas exigências. Depois de entrar, tire os sapatos e coloque um chapéu semelhante a uma bandana em sua cabeça. Deixe os cigarros ou bebidas alcoólicas em casa. Intoxicantes não são permitidos. Depois de entrar, caminhe devagar até uma cadeira onde o livro sagrado da religião está entronizado. Curve-se humildemente perante o livro e faça uma oferta monetária. Você, junto com todos os que estão no templo, sentará então com as pernas cruzadas sobre o piso e elevará as mãos em concha para receber dos porteiros uma hóstia de pão feito de farinha adoçada e manteiga. Esse é o costume da quinta maior religião do planeta atualmente. Entretanto, na verdade todas as religiões têm um tipo parecido de templo, com algum ritual comparável para seguir. As pessoas construíram diversos prédios com finalidades religiosas—templos, claro, mas também mosteiros, túmulos, torres com vários andares e edifícios elaborados com abóbadas adornadas e torres de oração. Os “locais especiais” podem ser enormes.
A parede externa de um templo no Camboja ocupa quase um quilômetro quadrado! Outros “locais especiais” podem ser bem pequenos. Muitas religiões construíram “oratórios”. Essas estruturas em geral contêm uma relíquia ou imagem que as pessoas adoram ou veneram. Indivíduos especialmente religiosos podem até construir um oratório no seu próprio quintal devotado a uma determinada “deidade” ou “santo”. Ao norte do meio-oeste dos Estados Unidos, “bathtub Madonnas” (esculturas de Maria abrigada em uma casinha) são um tipo comum de oratório particular. Apenas das diferenças na escala, essas estruturas têm uma finalidade em comum. Elas são um lugar onde as pessoas podem comparecer quando desejam “cumprir” suas tarefas religiosas. É fascinante como muitas pessoas reconhecem de forma natural a similaridade de todas as “edificações com fins religiosos”, sem importar a religião. No Sudeste Asiático, por exemplo, a palavra wat pode se referir a quase qualquer “local de adoração”. Um wat cheen, por exemplo, é um edifício usado por religiões chinesas, sejam elas budistas ou taoístas. Um wat khaek é uma estrutura usada pelos hindus. Um wat kris é um prédio usado pelos cristãos. Na verdade, “a boca fala o que transborda do coração”, para um tailandês um wat é um wat, não importa a religião que o construiu. Se você quer se aproximar de Deus (seja qual for seu conceito sobre Ele), você vai ao seu wat preferido. Do contrário, se desejar seguir interesses seculares, você se mantém longe de todos os wats até que esteja pronto para ser religioso. A humanidade, então, sentiu uma ânsia universal de construir prédios “sagrados” e até de designar rios, montanhas ou bosques específicos como particularmente “sagrados”. Não se podem mesmo negar que locais especiais são uma marca registrada da religião humana. Mas isso é ruim?
Bem, considere o seguinte: O próprio processo de designar um determinado local como “sagrado” automaticamente categoriza, de certa forma, todos os outros lugares como menos sagrados. Se o “sagrado” pertence a Deus, o resto é de quem? Se alguns poucos lugares são devotados à vida religiosa, a que são dedicados à maioria dos lugares? E se você realmente acha que está “entrando na presença de Deus” ao entrar em uma determinada posição geográfica, o que acontece quando você sai? O que estamos dizendo é que a religião tem simultaneamente dois objetivos—permitir aos humanos se aproximar de Deus, quando querem, e mantê-Lo a uma distância segura quando é o que preferem. A designação de alguns lugares como “especiais” é uma maneira crucial da religião compartimentalizar a vida. Ed. Restauração.
Basicamente todas as religiões(inclusive as evangélicas), conhecidas têm determinadas construções ou locais designados como especialmente sagrados. Seus nomes podem se alterar entre as culturas, mas sua função permanece a mesma. Muitas religiões construíram prédios chamados de “templos” ou que levam outros nomes. Historicamente, os homens com freqüência pensam que tais prédios abrigam uma “deidade” em particular. Os templos colocam Deus literalmente em uma caixa! Nós nos tornamos um pouco mais sofisticados desde então, ou pelo menos é o que achamos. Os homens atualmente consideram os templos mais como estruturas devotadas a atividades religiosas. Uma religião muito popular tem templos conhecidos como Gurdwara. Você será bem-vindo para visitar um desses templos se concordar com algumas poucas exigências. Depois de entrar, tire os sapatos e coloque um chapéu semelhante a uma bandana em sua cabeça. Deixe os cigarros ou bebidas alcoólicas em casa. Intoxicantes não são permitidos. Depois de entrar, caminhe devagar até uma cadeira onde o livro sagrado da religião está entronizado. Curve-se humildemente perante o livro e faça uma oferta monetária. Você, junto com todos os que estão no templo, sentará então com as pernas cruzadas sobre o piso e elevará as mãos em concha para receber dos porteiros uma hóstia de pão feito de farinha adoçada e manteiga. Esse é o costume da quinta maior religião do planeta atualmente. Entretanto, na verdade todas as religiões têm um tipo parecido de templo, com algum ritual comparável para seguir. As pessoas construíram diversos prédios com finalidades religiosas—templos, claro, mas também mosteiros, túmulos, torres com vários andares e edifícios elaborados com abóbadas adornadas e torres de oração. Os “locais especiais” podem ser enormes.
A parede externa de um templo no Camboja ocupa quase um quilômetro quadrado! Outros “locais especiais” podem ser bem pequenos. Muitas religiões construíram “oratórios”. Essas estruturas em geral contêm uma relíquia ou imagem que as pessoas adoram ou veneram. Indivíduos especialmente religiosos podem até construir um oratório no seu próprio quintal devotado a uma determinada “deidade” ou “santo”. Ao norte do meio-oeste dos Estados Unidos, “bathtub Madonnas” (esculturas de Maria abrigada em uma casinha) são um tipo comum de oratório particular. Apenas das diferenças na escala, essas estruturas têm uma finalidade em comum. Elas são um lugar onde as pessoas podem comparecer quando desejam “cumprir” suas tarefas religiosas. É fascinante como muitas pessoas reconhecem de forma natural a similaridade de todas as “edificações com fins religiosos”, sem importar a religião. No Sudeste Asiático, por exemplo, a palavra wat pode se referir a quase qualquer “local de adoração”. Um wat cheen, por exemplo, é um edifício usado por religiões chinesas, sejam elas budistas ou taoístas. Um wat khaek é uma estrutura usada pelos hindus. Um wat kris é um prédio usado pelos cristãos. Na verdade, “a boca fala o que transborda do coração”, para um tailandês um wat é um wat, não importa a religião que o construiu. Se você quer se aproximar de Deus (seja qual for seu conceito sobre Ele), você vai ao seu wat preferido. Do contrário, se desejar seguir interesses seculares, você se mantém longe de todos os wats até que esteja pronto para ser religioso. A humanidade, então, sentiu uma ânsia universal de construir prédios “sagrados” e até de designar rios, montanhas ou bosques específicos como particularmente “sagrados”. Não se podem mesmo negar que locais especiais são uma marca registrada da religião humana. Mas isso é ruim?
Bem, considere o seguinte: O próprio processo de designar um determinado local como “sagrado” automaticamente categoriza, de certa forma, todos os outros lugares como menos sagrados. Se o “sagrado” pertence a Deus, o resto é de quem? Se alguns poucos lugares são devotados à vida religiosa, a que são dedicados à maioria dos lugares? E se você realmente acha que está “entrando na presença de Deus” ao entrar em uma determinada posição geográfica, o que acontece quando você sai? O que estamos dizendo é que a religião tem simultaneamente dois objetivos—permitir aos humanos se aproximar de Deus, quando querem, e mantê-Lo a uma distância segura quando é o que preferem. A designação de alguns lugares como “especiais” é uma maneira crucial da religião compartimentalizar a vida. Ed. Restauração.
sábado, 17 de dezembro de 2011
SE VOCE É VICIADO EM TEMPLO OU IGREJA INSTITUCIONAL.... CUIDADO! Segunda parte
J. PRESTON EBY - 1/2
Fui grandemente abençoado há muitos anos atrás pelas seguintes palavras escritas por George Hawtin: “Há um lugar em Deus onde os santos podem habitar com total realidade mais do que qualquer lugar natural. Há um templo verdadeiro, NÃO FEITO POR MÃOS HUMANAS, eterno nos céus. É um templo místico, que é SEU CORPO. Há uma igreja que é A VERDADEIRA IGREJA. Seus santos felizes habitam no domínio do Espírito, e, porque eles assim o fazem, eles continuamente adoram a Deus em espírito e em verdade. Antevejo que muitos perguntarão, ‘Como adoraremos a Deus em Espírito? Mas isto você não descobrirá até que chegue a hora quando você aprenderá que nem nesta montanha, nem em Jerusalém, nem no sistema religioso, nem na denominação, nem no meio da massa, nem nas ordenanças, nem em nenhuma destas coisas de homens você adorará o Pai. Quando você deixar todas estas coisas e arrebentar estes ídolos e lançar suas imagens de sua frente, então não verá nenhum homem, mas, somente Jesus, e somente então você entenderá o que significa adorar em espírito e em verdade. Quando esta sabedoria for doce à sua alma, então como a Samaritana você deixará cair aquele jugo com o qual você por longo tempo tirou água natural do poço natural, e você correrá como ela para destemidamente declarar, ‘Não é este o Cristo?’ – fim da citação. Que Deus possa ajudar todo aquele que tenha recebido o chamado para a filiação a perceber que não precisamos ir a Jerusalém ou a uma montanha, ou estar em uma hora ou lugar especial para adorar o Pai, ou usar palavras ou certas formas especiais, ou passar por lugares religiosos porque toda a nossa vida É ADORAÇÃO. O grande apóstolo Paulo declarou, “Estou sendo oferecido como libação”. Como incenso, toda sua vida foi uma oferta a Deus. Possa Deus poderosamente fazer uma obra em nós e nos motivar a sermos verdadeiros adoradores, que quer estejamos no deserto, ou na montanha, ou em Jerusalém, ou em casa, ou na reunião com os santos, seja pela voz, ou pelas ofertas, ou tudo quanto estejamos fazendo, a realidade esteja em nós, assim que tudo quanto fazemos, não estejamos fazendo fora desta realidade. Não é estranho que a maioria dos “dons do Espírito” funcionam somente depois de três coros ou ao final do sermão! Vamos pedir a Deus que nos ajude a não sermos ADORADORES PROFISSIONAIS, mas sermos VERDADEIROS ADORADORES do Pai. Enquanto eu absolutamente não me opuser as reuniões, pregações, ensinamentos, e etc, permanecem os fatos de que a forma em que isso está sendo feito ainda é em seguimento à ordem da festa do Pentecostes. Para mim parece que a nova ordem não chegou completamente – mas certamente o Espírito está nos atraindo para andar somente no e em Espírito e não após a velha ordem de uma época morta. Para mim, a resposta é não continuar a fazer o velho, nem é em recusar reunir ou ministrar em uma forma visível e corporativa absolutamente – é ser realmente liderado pelo Espírito cada e todos os dias, fazendo somente o que vemos nosso Pai fazer. Há uma passagem maravilhosa que está preocupando a muitos onde o escritor inspirado admoesta, “não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia”. (Hb 10:25). Não esteja alarmado ou afligido por causa daqueles que usarão as letras destas palavras como uma arma para trazer condenação para alguém que não comparece às suas reuniões semanalmente ou diariamente em horários definidos! Nem, por outro lado, você poderá usar sua “liberdade” como uma desculpa para “fazer suas próprias coisas”, tornando-se uma pessoa religiosa na sua “autonomia”, independente e exaltada em sua própria “espiritualidade”, cortando-se a si mesmo do corpo de Cristo! Ambos os extremos são desbalanceados. Por um lado, existe a pessoa que está em escravidão a um grupo de lideres ou sistema religioso, cuidando em observar a letra da lei, assistindo todo o tempo às reuniões do grupo, não tendo em consideração a qualidade espiritual da reunião. O outro extremo é aquele que é tão independente e auto-suficiente que não se liga a nada, mas despreza qualquer ajuntamento, desrespeitando a presença e liderança do Espírito Santo. Buscando ser livre, ele entra em uma servidão de ilegalidade e rebelião. Ele está seguindo seu próprio caminho de justiça própria e soberba, não sendo liderado pelo Espírito Santo. Possa o Senhor, o justo Juiz, nos trazer para o equilíbrio. Para que possamos ser verdadeiramente livres em nossos espíritos dos requerimentos e servidões religiosas dos homens, ainda que humildes diante do Senhor e diante dos nossos irmãos em Cristo, prontos para servir um ao outro, e prontos para receber um ao outro, como Ele manda, e reunindo juntos, como Ele aponta, com coração manso e receptivo e importante entender o Reino. Mas existe uma verdade nesta passagem alem disso tudo. A palavra grega para “reunião” é EPISUNAGOGE. A palavra, literalmente, é um verbo que significa “sinagogar”. Ela é composta do prefixo grego EPI com a palavra SUNAGOGE de onde tiramos nossa palavra transliterada para português, Sinagoga. EPI significa super – imposição – o que é de cima, mais alto que, o mais alto, sobre. SUNAGOGE significa um encontro, reunião, ou ajuntamento. Colocando estas duas palavras juntas, EPI-SUNAGOGE significa A SINAGOGA DE CIMA, O MAIS ALTO ENCONTRO, A MAIS ALTA REUNIÃO, O MAIS ALTO DE TODOS OS AJUNTAMENTOS! Trata-se de algo muito maior do que coletar muitos corpos viventes em um lugar. É uma reunião em um lugar mais elevado, em um plano mais alto, nos lugares elevados do Espírito, e na mais elevada Verdade. É um ajuntamento em uma dimensão na parte de cima. Indica uma reunião NO ESPÍRITO, como Paulo também testificou, “e nos ressuscitou juntamente com ele, e com ele nos fez assentar nas regiões celestiais em Cristo Jesus” (Ef. 2:6). Dezenas de milhares, sim, dezenas de milhões de crentes reunidos juntos em “edifícios religiosos” todos os domingos pela manhã, e porque eles fazem o esforço de levantarem da cama, prepararem a família, e se dirigirem para um assento confortável, estão convencidos de satisfazerem os requerimentos da ordem divina: “Não deixando a nossa congregação". Meu amado, eles nem mesmo tocaram a orla da veste desta verdade! Não vivemos para abandonar ou negligenciar aquele maravilhoso assento que temos juntamente COM CRISTO NAS REGIÕES CELESTIAIS! É precisamente isso o que aquela passagem esta dizendo. Hebreus 10:25 é nada mais do que palavras mortas, até que sentemos na presença do Pai, unidos em adoração com espíritos afinados, e compartilhando daquela santa comunhão adentro do véu! Somente quando o Espírito chama para o espírito é que as profundidades da verdade eterna são abertas. A multidão que se reúne toda semana para cantar, ensinar, etc, nunca descobriu a gloriosa e eterna realidade daquela SINAGOGA DE CIMA. Eles não se encontram ou ministram ou vivem daquele mais alto lugar celestial da SUA VIDA. Quando nos reunimos com uma companhia de eleitos, não devemos pensar deles como sendo todos aqueles com os quais adoramos e ministramos. O verdadeiro sacerdote é alguém de uma grande multidão alegre, que consiste no templo espiritual construído com pedras vivas de homens e mulheres redimidos e transformados. Como sacerdotes no SANTUÁRIO CELESTIAL, O VERDADEIRO TABERNÁCULO que é de cima, somos apenas parte de uma grande e universal congregação que consiste de todos os santos eleitos que vieram antes, e aqueles que vivem agora, reunidos em todas as eras, e em todas as partes do vasto universo de Deus. O pregador, o prisioneiro, o viajante, a mãe, o rei – todos se encontram NO REINO ESPIRITUAL, adoram e ministram daquele lugar. Todos são sacerdotes, e lá está o Sumo Sacerdote da nossa confissão, que tem nos estimulado desde os céus e vive sempre como o Ministro do santuário celestial. Ele é “um ministro do verdadeiro tabernáculo”. E assim somos nós! Ele nos ressuscitou e nos fez assentar juntamente com Ele nestes lugares celestiais.
Ele nos fez para sermos reis e sacerdotes. Não é “na igreja” no domingo pela manhã que conhecemos o poder deste sacerdócio; é EM ESPÍRITO E EM VERDADE, é REUNIDO NA SINAGOGA DE CIMA, em realidade interior, todo momento, em todo lugar, toda situação e circunstância quando vivemos, andamos e nos movemos em SEU REINO. O espírito regenerado se torna um fator componente na doce harmonia do Reino espiritual de Deus. E que Reino! E que harmonia! Em duração ele é para sempre. Os montes de granito podem se derreter; a terra pode deixar sua órbita e cair no caos da colisão dos mundos; Órion, Arcturo, e Plêiades podem deixar de viajar nos corredores santos do céu; o sol pode se tornar escuro; os céus podem ser enrolados como um livro, e como uma roupa podem ser dobrados; mas abaixo o cetro do Rei eterno, imortal, invisível, o único Deus sábio, nosso Pai, o Reino dos Céus ainda deve permanecer e se mover na mais doce harmonia com Sua santa vontade. Pois neste alto e santo Reino nenhuma força jamais se choca, a falha não subsiste, a verdade nunca se desvia, a beleza não murcha, a luz jamais perde seu brilho, o bem cresce, a vida nunca se torna velha, o amor não se esfria, a alegria não cessa. Desde o começo das manhãs cantaram juntas e os filhos de Deus começaram a gritar de alegria, ritmo e êxtase rolaram para cima e avançaram através de todo o ilimitado e eterno universo espiritual como a doce expressão da mente e vontade do poderoso Deus. O universo, este universo mais elevado que os céus, este Reino dos Céus, é o lar e herança de todo filho de Deus. O filho pertence a este universo, e este universo pertence ao filho. O filho está neste universo e este universo está no filho. O filho se mantém em harmonia com este universo e este enche sua alma de cânticos. O filho percebe esta verdade, desfruta das suas belezas, e participa da sua santidade. Não há nenhum lugar neste universo onde o filho não possa se sentir em casa – nenhum lugar onde ele não tenha direito de estar; porque foi do agrado do Pai dar a ele o Reino. Sua vida não é medida em anos, mas pelas possibilidades de sucessos e expansibilidade. Ele já foi trasladado para este Reino Celestial. (Cl 1:13). O homem interior é revelado dia a dia. O homem celestial nascido de cima pela incorruptível semente da palavra de Deus. O novo homem que é criado por Deus sem justiça e verdadeira santidade não pode, pela verdadeira natureza do seu ser, jamais ser separado da consciência e realidade desta existência celestial, contrário à argumentação daqueles que ensinam que os santos que já partiram morreram como irracionais, sem esta consciência ou existência, até o dia da ressurreição. “Se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à destra de Deus” (Cl 3:1). A divindade e a eternidade nascem no homem que é nascido do Espírito. Agora ele é um filho de Deus, mas ainda não se tornou visível o que ele será. Não devemos deixar esta SUPERIOR SINAGOGA da nossa reunião – a comunhão, corporação e expressão conjunta neste mais alto de todos os lugares – O ESPÍRITO! Através do qual podemos nos encontrar e cantar milhares de cânticos de louvor e pregar milhares de sermões do Livro de Deus – se falhamos em tocar este alto lugar de vida e realidade no espírito não temos mais a “superior sinagoga” – meramente nos reunimos e fizemos algumas coisas religiosas no plano baixo da atividade da alma.
Paz. Moacir
Fui grandemente abençoado há muitos anos atrás pelas seguintes palavras escritas por George Hawtin: “Há um lugar em Deus onde os santos podem habitar com total realidade mais do que qualquer lugar natural. Há um templo verdadeiro, NÃO FEITO POR MÃOS HUMANAS, eterno nos céus. É um templo místico, que é SEU CORPO. Há uma igreja que é A VERDADEIRA IGREJA. Seus santos felizes habitam no domínio do Espírito, e, porque eles assim o fazem, eles continuamente adoram a Deus em espírito e em verdade. Antevejo que muitos perguntarão, ‘Como adoraremos a Deus em Espírito? Mas isto você não descobrirá até que chegue a hora quando você aprenderá que nem nesta montanha, nem em Jerusalém, nem no sistema religioso, nem na denominação, nem no meio da massa, nem nas ordenanças, nem em nenhuma destas coisas de homens você adorará o Pai. Quando você deixar todas estas coisas e arrebentar estes ídolos e lançar suas imagens de sua frente, então não verá nenhum homem, mas, somente Jesus, e somente então você entenderá o que significa adorar em espírito e em verdade. Quando esta sabedoria for doce à sua alma, então como a Samaritana você deixará cair aquele jugo com o qual você por longo tempo tirou água natural do poço natural, e você correrá como ela para destemidamente declarar, ‘Não é este o Cristo?’ – fim da citação. Que Deus possa ajudar todo aquele que tenha recebido o chamado para a filiação a perceber que não precisamos ir a Jerusalém ou a uma montanha, ou estar em uma hora ou lugar especial para adorar o Pai, ou usar palavras ou certas formas especiais, ou passar por lugares religiosos porque toda a nossa vida É ADORAÇÃO. O grande apóstolo Paulo declarou, “Estou sendo oferecido como libação”. Como incenso, toda sua vida foi uma oferta a Deus. Possa Deus poderosamente fazer uma obra em nós e nos motivar a sermos verdadeiros adoradores, que quer estejamos no deserto, ou na montanha, ou em Jerusalém, ou em casa, ou na reunião com os santos, seja pela voz, ou pelas ofertas, ou tudo quanto estejamos fazendo, a realidade esteja em nós, assim que tudo quanto fazemos, não estejamos fazendo fora desta realidade. Não é estranho que a maioria dos “dons do Espírito” funcionam somente depois de três coros ou ao final do sermão! Vamos pedir a Deus que nos ajude a não sermos ADORADORES PROFISSIONAIS, mas sermos VERDADEIROS ADORADORES do Pai. Enquanto eu absolutamente não me opuser as reuniões, pregações, ensinamentos, e etc, permanecem os fatos de que a forma em que isso está sendo feito ainda é em seguimento à ordem da festa do Pentecostes. Para mim parece que a nova ordem não chegou completamente – mas certamente o Espírito está nos atraindo para andar somente no e em Espírito e não após a velha ordem de uma época morta. Para mim, a resposta é não continuar a fazer o velho, nem é em recusar reunir ou ministrar em uma forma visível e corporativa absolutamente – é ser realmente liderado pelo Espírito cada e todos os dias, fazendo somente o que vemos nosso Pai fazer. Há uma passagem maravilhosa que está preocupando a muitos onde o escritor inspirado admoesta, “não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia”. (Hb 10:25). Não esteja alarmado ou afligido por causa daqueles que usarão as letras destas palavras como uma arma para trazer condenação para alguém que não comparece às suas reuniões semanalmente ou diariamente em horários definidos! Nem, por outro lado, você poderá usar sua “liberdade” como uma desculpa para “fazer suas próprias coisas”, tornando-se uma pessoa religiosa na sua “autonomia”, independente e exaltada em sua própria “espiritualidade”, cortando-se a si mesmo do corpo de Cristo! Ambos os extremos são desbalanceados. Por um lado, existe a pessoa que está em escravidão a um grupo de lideres ou sistema religioso, cuidando em observar a letra da lei, assistindo todo o tempo às reuniões do grupo, não tendo em consideração a qualidade espiritual da reunião. O outro extremo é aquele que é tão independente e auto-suficiente que não se liga a nada, mas despreza qualquer ajuntamento, desrespeitando a presença e liderança do Espírito Santo. Buscando ser livre, ele entra em uma servidão de ilegalidade e rebelião. Ele está seguindo seu próprio caminho de justiça própria e soberba, não sendo liderado pelo Espírito Santo. Possa o Senhor, o justo Juiz, nos trazer para o equilíbrio. Para que possamos ser verdadeiramente livres em nossos espíritos dos requerimentos e servidões religiosas dos homens, ainda que humildes diante do Senhor e diante dos nossos irmãos em Cristo, prontos para servir um ao outro, e prontos para receber um ao outro, como Ele manda, e reunindo juntos, como Ele aponta, com coração manso e receptivo e importante entender o Reino. Mas existe uma verdade nesta passagem alem disso tudo. A palavra grega para “reunião” é EPISUNAGOGE. A palavra, literalmente, é um verbo que significa “sinagogar”. Ela é composta do prefixo grego EPI com a palavra SUNAGOGE de onde tiramos nossa palavra transliterada para português, Sinagoga. EPI significa super – imposição – o que é de cima, mais alto que, o mais alto, sobre. SUNAGOGE significa um encontro, reunião, ou ajuntamento. Colocando estas duas palavras juntas, EPI-SUNAGOGE significa A SINAGOGA DE CIMA, O MAIS ALTO ENCONTRO, A MAIS ALTA REUNIÃO, O MAIS ALTO DE TODOS OS AJUNTAMENTOS! Trata-se de algo muito maior do que coletar muitos corpos viventes em um lugar. É uma reunião em um lugar mais elevado, em um plano mais alto, nos lugares elevados do Espírito, e na mais elevada Verdade. É um ajuntamento em uma dimensão na parte de cima. Indica uma reunião NO ESPÍRITO, como Paulo também testificou, “e nos ressuscitou juntamente com ele, e com ele nos fez assentar nas regiões celestiais em Cristo Jesus” (Ef. 2:6). Dezenas de milhares, sim, dezenas de milhões de crentes reunidos juntos em “edifícios religiosos” todos os domingos pela manhã, e porque eles fazem o esforço de levantarem da cama, prepararem a família, e se dirigirem para um assento confortável, estão convencidos de satisfazerem os requerimentos da ordem divina: “Não deixando a nossa congregação". Meu amado, eles nem mesmo tocaram a orla da veste desta verdade! Não vivemos para abandonar ou negligenciar aquele maravilhoso assento que temos juntamente COM CRISTO NAS REGIÕES CELESTIAIS! É precisamente isso o que aquela passagem esta dizendo. Hebreus 10:25 é nada mais do que palavras mortas, até que sentemos na presença do Pai, unidos em adoração com espíritos afinados, e compartilhando daquela santa comunhão adentro do véu! Somente quando o Espírito chama para o espírito é que as profundidades da verdade eterna são abertas. A multidão que se reúne toda semana para cantar, ensinar, etc, nunca descobriu a gloriosa e eterna realidade daquela SINAGOGA DE CIMA. Eles não se encontram ou ministram ou vivem daquele mais alto lugar celestial da SUA VIDA. Quando nos reunimos com uma companhia de eleitos, não devemos pensar deles como sendo todos aqueles com os quais adoramos e ministramos. O verdadeiro sacerdote é alguém de uma grande multidão alegre, que consiste no templo espiritual construído com pedras vivas de homens e mulheres redimidos e transformados. Como sacerdotes no SANTUÁRIO CELESTIAL, O VERDADEIRO TABERNÁCULO que é de cima, somos apenas parte de uma grande e universal congregação que consiste de todos os santos eleitos que vieram antes, e aqueles que vivem agora, reunidos em todas as eras, e em todas as partes do vasto universo de Deus. O pregador, o prisioneiro, o viajante, a mãe, o rei – todos se encontram NO REINO ESPIRITUAL, adoram e ministram daquele lugar. Todos são sacerdotes, e lá está o Sumo Sacerdote da nossa confissão, que tem nos estimulado desde os céus e vive sempre como o Ministro do santuário celestial. Ele é “um ministro do verdadeiro tabernáculo”. E assim somos nós! Ele nos ressuscitou e nos fez assentar juntamente com Ele nestes lugares celestiais.
Ele nos fez para sermos reis e sacerdotes. Não é “na igreja” no domingo pela manhã que conhecemos o poder deste sacerdócio; é EM ESPÍRITO E EM VERDADE, é REUNIDO NA SINAGOGA DE CIMA, em realidade interior, todo momento, em todo lugar, toda situação e circunstância quando vivemos, andamos e nos movemos em SEU REINO. O espírito regenerado se torna um fator componente na doce harmonia do Reino espiritual de Deus. E que Reino! E que harmonia! Em duração ele é para sempre. Os montes de granito podem se derreter; a terra pode deixar sua órbita e cair no caos da colisão dos mundos; Órion, Arcturo, e Plêiades podem deixar de viajar nos corredores santos do céu; o sol pode se tornar escuro; os céus podem ser enrolados como um livro, e como uma roupa podem ser dobrados; mas abaixo o cetro do Rei eterno, imortal, invisível, o único Deus sábio, nosso Pai, o Reino dos Céus ainda deve permanecer e se mover na mais doce harmonia com Sua santa vontade. Pois neste alto e santo Reino nenhuma força jamais se choca, a falha não subsiste, a verdade nunca se desvia, a beleza não murcha, a luz jamais perde seu brilho, o bem cresce, a vida nunca se torna velha, o amor não se esfria, a alegria não cessa. Desde o começo das manhãs cantaram juntas e os filhos de Deus começaram a gritar de alegria, ritmo e êxtase rolaram para cima e avançaram através de todo o ilimitado e eterno universo espiritual como a doce expressão da mente e vontade do poderoso Deus. O universo, este universo mais elevado que os céus, este Reino dos Céus, é o lar e herança de todo filho de Deus. O filho pertence a este universo, e este universo pertence ao filho. O filho está neste universo e este universo está no filho. O filho se mantém em harmonia com este universo e este enche sua alma de cânticos. O filho percebe esta verdade, desfruta das suas belezas, e participa da sua santidade. Não há nenhum lugar neste universo onde o filho não possa se sentir em casa – nenhum lugar onde ele não tenha direito de estar; porque foi do agrado do Pai dar a ele o Reino. Sua vida não é medida em anos, mas pelas possibilidades de sucessos e expansibilidade. Ele já foi trasladado para este Reino Celestial. (Cl 1:13). O homem interior é revelado dia a dia. O homem celestial nascido de cima pela incorruptível semente da palavra de Deus. O novo homem que é criado por Deus sem justiça e verdadeira santidade não pode, pela verdadeira natureza do seu ser, jamais ser separado da consciência e realidade desta existência celestial, contrário à argumentação daqueles que ensinam que os santos que já partiram morreram como irracionais, sem esta consciência ou existência, até o dia da ressurreição. “Se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à destra de Deus” (Cl 3:1). A divindade e a eternidade nascem no homem que é nascido do Espírito. Agora ele é um filho de Deus, mas ainda não se tornou visível o que ele será. Não devemos deixar esta SUPERIOR SINAGOGA da nossa reunião – a comunhão, corporação e expressão conjunta neste mais alto de todos os lugares – O ESPÍRITO! Através do qual podemos nos encontrar e cantar milhares de cânticos de louvor e pregar milhares de sermões do Livro de Deus – se falhamos em tocar este alto lugar de vida e realidade no espírito não temos mais a “superior sinagoga” – meramente nos reunimos e fizemos algumas coisas religiosas no plano baixo da atividade da alma.
Paz. Moacir
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